
Homem-Aranha: Sem Volta para Casa | Crítica
Para um filme tão repleto de vilões e expansões de universo, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa se revela surpreendentemente humano, intimista e, sim, tocante.

Para um filme tão repleto de vilões e expansões de universo, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa se revela surpreendentemente humano, intimista e, sim, tocante.

A primeira prévia da sequência foi divulgado pela Sony durante painel da CCXP Worlds.

O primeiro trailer da continuação será revelado amanhã no evento Game Awards e a estreia do longa está marcada para 7 de abril de 2022.

Para o bem ou para o mal, o novo Amor, Sublime Amor é uma obra de seu tempo. E ainda bem que é.

Seja por seu caráter duvidoso ou pelo fato de ser um protagonista simplesmente desinteressante, Richard Williams empalidece diante das duas extraordinárias atletas que criou

O problema não está no fato de seus personagens serem caricaturas, mas no fato de seu diretor, Ridley Scott, tentar enfocá-los sob uma ótica solene.

Na maior parte do tempo, se sai bem ao tecer um retrato curiosamente simples e objetivo sobre os complicados arremedos que constituem o jogo político local.

É tomado por um sentimento de nostalgia tão generalizado que nem sempre parece saber ao certo para onde pretende se direcionar.

Embora imperfeita, é uma adaptação funcional que, ao seu próprio modo, prova que o universo “inadaptável” escrito por Frank Herbert pode, sim, existir no Cinema.