
Midway: Batalha em Alto Mar | Crítica
Se a intenção de Roland Emmerich foi fazer seu próprio Dunkirk, o resultado ficou lembrando mais o Pearl Harbor de Michael Bay.

Se a intenção de Roland Emmerich foi fazer seu próprio Dunkirk, o resultado ficou lembrando mais o Pearl Harbor de Michael Bay.

Não incomoda, mas também não traz nada que vá ser lembrado daqui a uma semana, soando medíocre e esquecível de modo geral.

Uma obra repleta de bom humor e auto-paródia que, mesmo se perdendo pontualmente, diverte ao brincar com os absurdos de sua premissa.

Filme passará nos cinemas antes de chegar à Netflix.

Um esforço que já seria medíocre o bastante caso não tivesse o longa de Stanley Kubrick para servir de comparação.

Confira o novo design do ouriço mais veloz dos videogames!

Discute bem seus temas e ganha pontos graças às atuações de Adam Driver e Annette Bening – mesmo que a direção de Scott Z. Burns sobrecarregue no didatismo e falhe em criar tensão.

Mesmo apresentando problemas em sua estrutura, esta animação se sustenta graças ao carisma de seus personagens icônicos.

Embora não se equipare aos dois primeiros que o originaram, este Destino Sombrio ao menos assegura um esforço para recolocar a série O Exterminador do Futuro nos trilhos.