
Michael | Crítica
Michael Jackson era um artista que merecia tudo – menos uma cinebiografia medíocre que consegue a proeza de fazer sua trajetória parecer fácil e suas performances musicais, comportadinhas.

Michael Jackson era um artista que merecia tudo – menos uma cinebiografia medíocre que consegue a proeza de fazer sua trajetória parecer fácil e suas performances musicais, comportadinhas.
Exato um ano após o sucesso de Wicked, chega a segunda e última parte do musical que conta a jornada de Elphaba e Glinda.

Oferece um desfecho sólido e convincente para a saga de Elphaba e Glinda mesmo cometendo uma série de pequenos tropeços que, acumulados, resultam em um longa inferior ao antecessor.

38 anos após Arnold Schwarzenegger estrelar uma adaptação de O Sobrevivente (The Running Man), o livro de Stephen King volta a ser levado para as telonas.
Um dos filmes que mais geraram barulho no último Festival de Berlim foi o norueguês A Meia-Irmã Feia, que reimagina o conto da Cinderella desta vez sob o ponto de vista da irmã Agnes.
38 anos após o clássico de John McTiernan, Predador está de volta aos cinemas com Terras Selvagens (Badlands). E aí, será que o diretor Dan Trachtenberg manteve a vida nova que injetou na franquia no filme anterior?
Três anos depois, O Telefone Preto ganhou uma continuação com, digamos, ares de A Hora do Pesadelo. E aí, funcionou?

Na próxima quinta-feira (6), finalmente O Agente Secreto estreia nos cinemas do Brasil, representando o Brasil na corrida pelo Oscar 2026.
Neste Halloween, resolvi falar de um dos filmes de terror mais aclamados de 2025 e que eu havia deixado passar por aqui: A Hora do Mal. Mas talvez a minha opinião não seja bem a que vocês esperam…