
Assassino por Acaso | Crítica
Este novo trabalho de Richard Linklater se apresenta como uma obra profundamente interessada pelo ato de interpretar, de performar algo que não é, tornando-se um filme que justamente conquista por ser tão inspirado.

Este novo trabalho de Richard Linklater se apresenta como uma obra profundamente interessada pelo ato de interpretar, de performar algo que não é, tornando-se um filme que justamente conquista por ser tão inspirado.

Menina de Ouro é um filme que empolga por criar esperanças e, depois, dilacera por mostrar como todas essas esperanças

Voltando a criar um mundo impressionante em sua imaginação, esta continuação expande bem o universo do original à medida que melhor compreende seus personagens e os sentimentos destes.
Uma biopic que nunca parece definir um foco pros seus interesses e acaba fracassando em todos. E pior: comete o erro fatal de reduzir Amy Winehouse a uma caricatura grosseira.

Um exemplo raro de uma prequel que funciona de forma praticamente impecável, retornando e se mantendo fiel às marcas registradas da série criada por George Miller, mas ao mesmo tempo aproveitando para expandi-la e renová-la.

Sessão especial ocorrerá no Estação NET Rio, em Botafogo, e será acompanhada da abertura de uma exposição em homenagem ao cineasta.

O Garfield tá de volta! Depois de alguns anos meio sumido, o gato devorador de lasanhas e inimigo das segundas-feiras tá estrelando um novo longa animado. Mas será que o filme faz jus à longeva história do gato nas tirinhas e na tevê?

Em tempos em que Hollywood e o próprio público parecem cada dia mais conservadores em sua maneira de discutir o sexo, o flerte e o desejo, é um alívio ver Luca Guadagnino criar um filme que transborda, na falta de um termo melhor, tesão.

Não importam as dúvidas sobre o que é real e o que é ilusório; sobre o que é documentação e o que é ficcionalização. No fim das contas, o que sobra na obra-prima de Abbas Kiarostami é o homem. E o Cinema.