
The Flash | Crítica
A maior surpresa de The Flash é o fato de se revelar uma aventura autocontida que, em meio a momentos de pura comédia, explanações sobre multiversos e aparições de outros heróis, jamais perde de vista os dramas de seu personagem.

A maior surpresa de The Flash é o fato de se revelar uma aventura autocontida que, em meio a momentos de pura comédia, explanações sobre multiversos e aparições de outros heróis, jamais perde de vista os dramas de seu personagem.

Seria muito fácil, para este novo longa, apenas repetir passo a passo a receita do primeiro. Felizmente, não é o caso: se Aranhaverso 2 brilha, é por méritos que de fato podem – e devem – ser considerados seus.

Revela algo que falta à maioria das produções da Marvel e que torna toda a trilogia de James Gunn um ponto fora da curva na filmografia do estúdio: um coração. E dos grandes.

Sempre ágil e dinâmica, esta adaptação leva o espectador a experimentar um senso de desafio similar à dinâmica dos games – mas o faz de forma essencialmente cinematográfica, executando bem a transição de uma linguagem à outra.

O universo de John Wick se assume totalmente cartunesco, sem qualquer prendimento com a física do mundo real e conta com a capacidade do público em entender tal proposta. Resta, por fim, aproveitar o verdadeiro espetáculo que é este quarto filme.

Já houve um tempo em que a série Pânico era um raríssimo caso de franquia de terror que permanecia eficiente

Um bom filme que, no entanto, acende um sinal amarelo para que os responsáveis pela série Creed não caiam nos mesmos erros daquela que a originou (Rocky).

Eu sei que o Cinema do diretor Darren Aronosfky está longe de ser uma unanimidade. Não há muito espaço para

O diretor Martin McDonagh consegue alcançar um equilíbrio perfeito – e dificílimo – entre o exagero e a melancolia, sabendo provocar o riso mesmo sem abrir mão do teor depressivo às margens.