
Bela Vingança | Crítica
Uma obra hábil ao pegar exemplos de sexismo dos mais sutis aos mais óbvios, presentes em nossa sociedade, e esfregá-los na cara de quem os comete.

Uma obra hábil ao pegar exemplos de sexismo dos mais sutis aos mais óbvios, presentes em nossa sociedade, e esfregá-los na cara de quem os comete.

Uma fantasia que falha em entender que, de seres humanos inconvenientes e aborrecidos, o mundo real já está cheio.

Goste-se ou não dos filmes de Paulo Gustavo, não há como negar sua importância para a formação de público no Cinema brasileiro. Mais difícil ainda é fechar os olhos para a tragédia que é sua perda, que carrega as digitais de (ir)responsáveis.

A poucas horas da cerimônia do Oscar 2021, o crítico Pedro Guedes compartilha suas apostas para TODAS as categorias da grande cerimônia!

O que Florian Zeller, Anthony Hopkins e Olivia Colman mostram é que não há espaço para eufemismos ou suavizações quando o assunto é a destruição lenta e gradual de nossa própria identidade.

Dirigido por Lee Isaac Chung com o apego de alguém que revisita memórias reais com o carinho que sente que estas merecem, este é um bom filme para se entender o quão banal é o tal “sonho americano”.

Acima de tudo, o novo filme da chinesa Chloé Zhao é hábil ao despertar no espectador um inequívoco sentimento de afeto pelos personagens que apresenta.

Entre a farra e o moralismo, novo filme do dinamarquês Thomas Vinterberg é divertido, mas também confuso em suas intenções.

Star Wars (e boa parte do Cinemão hollywoodiano) tem muito mais em comum com as novelas da Globo do que você imagina.