
Mank | Crítica
Já seria um caça-Oscars ordinário o bastante caso dirigido por um cineasta inexpressivo. Que seja dirigido pelo geralmente brilhante David Fincher só torna a decepção pior ainda.

Já seria um caça-Oscars ordinário o bastante caso dirigido por um cineasta inexpressivo. Que seja dirigido pelo geralmente brilhante David Fincher só torna a decepção pior ainda.

Ainda assim, os organizadores do evento estudam uma edição híbrida, dividindo sessões presenciais e exibições online, logo no primeiro semestre do ano que vem.

É uma pena que, em sua versão live-action, Mulan tenha se tornado uma heroína sem personalidade e que tem suas decisões tomadas pelos outros (sejam estes os homens da trama ou… bom, o “destino”).

Nem sempre consegue se equilibrar entre a austeridade habitual de Christopher Nolan e o descompromisso de um James Bond.

Mais interessado na morte do que na vida de Babenco, este documentário de Bárbara Paz é um lembrete de como a vida é efêmera mesmo para ícones como o cineasta biografado.

Uma obra genérica que tenta, de forma cínica, esconder sua falta de personalidade disfarçando-se de filme de terror.

Sob disfarces, Borat acaba paradoxalmente desmascarando o que há de pior nos Estados Unidos em 2020.

Se confirmada a notícia, será a primeira vez que o ator assume a função de diretor.