
Destruíram o final de Vale Tudo (2025)!
Tanto perguntaram quem matou Odete Roitman, mas no fim quem morreu foi um pouco da gente por dentro.

Tanto perguntaram quem matou Odete Roitman, mas no fim quem morreu foi um pouco da gente por dentro.

Os 20 minutos finais do novo trabalho de Chloé Zhao são a definição perfeita do conceito de “catarse”.

Os grandes vencedores fora, Ato Noturno, que faturou os prêmios de Ator, Roteiro e Fotografia, e #SalveRosa, que conquistou os troféus de Atriz e Figurino, além da vitória na recém-criada categoria de Longa de Ficção via voto popular.

Um dos filmes mais comentados de 2025 é Uma Batalha Após a Outra. Mas, afinal, o longa é tudo isso mesmo? E como o novo trabalho de PTA reflete a decadência institucional dos Estados Unidos nos últimos anos?

Uma bobagem que não chega a ser torturante, mas é embaraçosa o bastante para configurar, no mínimo, uma decepção.

Se O Agente Secreto é a obra de ficção mais madura da carreira de Kleber – e acredito que seja mesmo –, isso é fruto de um refinamento artístico/autoral de anos, que percorreu todos os seus longas anteriores até culminar aqui.

Diretamente do Festival do Rio 2025, já assisti a O Agente Secreto, filme de Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura que representa o Brasil na corrida pelo Oscar 2026!

É tão sobrecarregado de pequenos conceitos, referências a obras/gêneros específicos, subtextos salpicados e deixas para “expandir o universo” em spin-offs que acaba não conseguindo comportar nada disso em 96 minutinhos.

Uma obra não só irregular, mas também formulaica em sua grife de “exemplar da A24”. Ao menos, tem Rose Byrne para salvar.