
Malu | Crítica
Pedro Freire cria uma obra corajosa que, mesmo exalando afeto e carinho genuínos pela mulher que o concebeu, não teme adentrar nos territórios mais dolorosos de sua convivência e nos aspectos mais desagradáveis da personagem-título.

Pedro Freire cria uma obra corajosa que, mesmo exalando afeto e carinho genuínos pela mulher que o concebeu, não teme adentrar nos territórios mais dolorosos de sua convivência e nos aspectos mais desagradáveis da personagem-título.

A esta altura, Pedro Almodóvar já refinou seu estilo por tanto tempo (décadas!) que só de começar a assistir a

Filme de abertura do Festival do Rio 2024, Emilia Pérez é uma experiência irregular, mas que é relativamente eficiente naquele que é seu principal objetivo: envolver o espectador.

Na maior parte do tempo, Coringa 2 se limita a remoer eventos do antecessor a ponto de soar, na prática, como um imenso epílogo de 138 minutos; uma obra inteira que jamais consegue se estabelecer – e se desenvolver – por conta própria.

Indicado à Palma de Ouro na última edição do Festival de Cannes, A SUBSTÂNCIA é um body horror estrelando Demi Moore (num dos melhores papeis de sua carreira) e Margaret Qualley. O que foi isso que a diretora Coralie Fargeat apresentou?!

Às vezes, a hipérbole é a melhor forma de se fazer ouvir. O que há em A Substância não é “subtexto”, mas, sim, texto – puro e simples.

A biografia de Silvio Santos estrelada por Rodrigo Faro infelizmente passa longe de fazer jus ao potencial da história que retrata.

Parte de boas ideias e assume a própria tosqueira (ok, até aí tudo bem), mas nunca põe a imaginação para funcionar a fim de extrair/criar dinâmicas interessantes a partir dessa tosqueira.

Continuação tardia que surpreende não só por fazer jus ao (ótimo) original de 1988, mas por trazer Tim Burton à boa forma pela primeira vez em anos.