
Tár | Crítica
Trazendo Cate Blanchett em uma das melhores performances de sua já brilhante carreira, Tár é um filme que, com sua fascinante – e repugnante – protagonista, faz jus à complexidade de seus temas.

Trazendo Cate Blanchett em uma das melhores performances de sua já brilhante carreira, Tár é um filme que, com sua fascinante – e repugnante – protagonista, faz jus à complexidade de seus temas.

Pedro Guedes lista os filmes que mais e menos gostou em 2022, além de fazer um balanço pessoal sobre o ano como um todo!

“Meu pai era a cabeça da casa e a minha mãe, o coração.” Esta fala pertence a um dos maiores
13 anos se passaram desde que Avatar chegou aos cinemas, revolucionou a indústria em função da maneira com que (re)utilizava
Não acho absurdo supor que Avatar é, em maior ou menor grau, um filme sobre… Cinema – mais especificamente, sobre a relação deslumbrada, quase obsessiva, entre o espectador que paga o valor de um ingresso e o espetáculo no qual mergulha a partir daí.

Espalhando momentos genuinamente tocantes ao longo de uma narrativa cuja prolixidade salta aos olhos, esta é uma obra repleta de sentimentos, mas que se alonga, se complica e se repete bem mais do que precisava.

Não há palavra melhor para definir Marte Um do que aquela dita pela irmã Eunice ao ouvir Deivinho contar para ela o seu sonho de vida: “Lindo”.

Pode ser que eu esteja completamente enganado (e, por favor, me corrijam se for o caso), mas tenho a impressão

O grande problema nem é sua (frágil) comicidade, mas – e é surpreendente constatar isso – a falta de confiança de Taika Waititi sobre o humor besteirol e descompromissado ao qual supostamente se dedica.