
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo | Crítica
Para o bem e para o mal, Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo é um retrato de seu

Para o bem e para o mal, Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo é um retrato de seu

É notório que o diretor Colin Trevorrow não dá a mínima para dinossauros e os enxerga como criaturas ordinárias em vez de extraordinárias, como objetos de cena tão insignificantes que não merecem ser recebidos com o mínimo de entusiasmo.

Uma continuação que, como seu protagonista (e seu astro), preserva depois de 36 anos o espírito rebelde e jovial de alguém que não se conforma em estar parado e que precisa o tempo todo se reafirmar capaz de superar o impossível.

Sétimo longa dirigido e escrito por Wong Kar-wai, Amor à Flor da Pele é uma obra que tem imenso respeito e carinho pelos personagens que têm em mãos.

Um bom filme que, no meio de suas virtudes, traz também a preocupante sensação de que o diretor Robert Eggers está começando a ser acometido por uma “síndrome de Iñárritu”.

Mesmo reconhecendo o fracasso de boa parte das decisões tomadas por Nicolas Cage nos últimos anos de sua carreira, o filme é também respeitoso o bastante para não se resumir a um deboche com seu ótimo protagonista.

Traz, em seu interior, dois filmes brigando entre si: um repleto de personalidade dirigido pelo ótimo Sam Raimi e outro, resultante das burocracias rotineiras da Marvel e do produtor Kevin Feige.

Aproveitando os 10 anos do primeiro filme dos Vingadores, decidimos reunir em um só post TODAS as críticas que temos sobre os filmes anteriores da Marvel!

Constatação máxima de que esta franquia não passa de um caça-níqueis da Warner em parceria com J.K. Rowling, Os Segredos de Dumbledore comprova a total ausência de planejamento e propósito artístico/narrativo da saga Animais Fantásticos.