
Michael | Crítica
Michael Jackson era um artista que merecia tudo – menos uma cinebiografia medíocre que consegue a proeza de fazer sua trajetória parecer fácil e suas performances musicais, comportadinhas.

Michael Jackson era um artista que merecia tudo – menos uma cinebiografia medíocre que consegue a proeza de fazer sua trajetória parecer fácil e suas performances musicais, comportadinhas.

Oferece um desfecho sólido e convincente para a saga de Elphaba e Glinda mesmo cometendo uma série de pequenos tropeços que, acumulados, resultam em um longa inferior ao antecessor.

Os 20 minutos finais do novo trabalho de Chloé Zhao são a definição perfeita do conceito de “catarse”.

Em teoria, levanta uma importante discussão a respeito de plágio e autoria. Na prática, é mais um filme água-com-açúcar de Danny Boyle.

Um desfecho problemático para uma história que havia começado tão bem.

A palavra-chave é resistência. Não só para os habitantes de Bacurau, mas para o Brasil como um todo.

Para cada momento construído com cuidado, Histórias Assustadoras para Contar no Escuro parece fazer questão de incluir um simplesmente constrangedor.

Um passatempo divertidinho e inofensivo, mas que frequentemente perde o controle de seus absurdos.

Aos 56 anos de idade e após dirigir oito filmes, Tarantino parece ter entrado em uma fase mais intimista, transformando seu nono longa no trabalho mais pessoal de sua carreira.

É como se, no lugar de sua “alma”, o filme trouxesse apenas uma foto antiga e amarelada dos personagens d’O Rei Leão original cantando “Circle of Life” no alto de uma pedra.

Um país que não encara os erros do passado está fadado a repeti-los.

A esta altura do campeonato, parece que Almodóvar está começando a analisar sua carreira em retrospecto. Neste sentido, Dor e Glória soa quase como uma sessão de terapia para o cineasta.

Divertido, mas excessivamente preocupado com sua própria capacidade de divertir.

Respeitando a personalidade de cada um dos integrantes da “turma” em si, Daniel Rezende consegue adaptar para o Cinema a lógica cartunesca do universo criado por Mauricio de Sousa sem deixar de levá-lo a sério, o que é uma proeza e tanto.

































































